Estamos Sozinhos no Universo?

Ancestrais Milenares Astronautas?

A vida é algo admirável e extremamente misterioso. Não conhecemos o seu futuro nem muito podemos prever sobre o mesmo, quando, apesar de tudo, ainda menos parecemos  aptos a esclarecer sobre o seu passado. Os rastos da origem da vida estendem-se ao longo do passado até tempos remotos imemoráveis cujas descrições são confusas e quase inteiramente místicas.

Porém, os ancestrais humanos registaram tudo, inclusive aquilo que não compreendiam. Há pistas e especulações e teorias sobre a origem humana. O divino das eras que já foram poderá ser a realidade, as respostas que buscamos? É necessário analisar bem todos os vestígios. E se assim procedermos, concluiremos que podemos não estar sozinhos no Universo. O estudo arqueológico está envolto em mistérios e revelações surpreendentes.

Primeiro, esqueçam os filmes e obras de ficção científica. O objectivo é fazermos uma análise filosófica e científica, isto é, séria, sobre a nossa origem. Teorias serão corroboradas, mas ainda assim serão teorias simplesmente. E devemos começar pelas primeiras civilizações das quais temos conhecimento actualmente. As pinturas em paredes, em vasos e artefactos, as escritas, as diversas crenças politeístas, os relatos antigos, os monumentos e escritas sagradas são vozes já caladas que ecoam em deformações físicas inteligentes e cujas interpretações que sugerem são muito diversificadas. Todavia, talvez tenhamos adoptado a perspectiva errada ao interpretamos essa herança dos nossos ancestrais, herança que parece estar para além dos nossos conhecimentos e instrumentos de investigação. Devemos especular, pensar e reformular a nossa visão do passado para construirmos um futuro sólido – reconstruir seria mais correcto?

Em quase todas as culturas da Antiguidade, há repetição dos mesmos conceitos, de crenças em Deuses que desceram dos céus e depois partiram. Isto está bem claro em monumentos e registos. Tais Deuses são descritos em gravuras esculpidas em rocha e em antigos textos como seres espantosos que utilizavam trajes específicos que incluem uma espécie de capacete que fora interpretado com uma máscara. Outro facto intrigante destes registos conferem à chegada destes deuses chamas, luzes muito intensas, quase sempre acompanhados por nuvens de poeira e enormes estrondos – certamente a falta de vocabulário e conhecimento dos homens primitivos os conduziram a considerar a visita extraterrestre um milagre, algo divino, aquilo que parece ser claramente a descrição de uma nave espacial a pousar na terra. Inclusive, o estudo realizado por especialistas comprovam que muitas descrições do passado correspondem de facto a modelos aerodinâmicos e a estruturas capazes de voar.

Não se trata apenas de negar ao homem ancestral a capacidade criativa. Aliás, devemos lhe atribuir uma grande imaginação. E ainda assim, a herança da antiguidade continua a ser um mistério, isto é, o que resistiu e superou o tempo. Todas as culturas da antiguidade, mesmo separadas por muitos quilómetros, às vezes até por oceanos, contam histórias parecidas e revelam construções arquitectónicas que somos incapazes de realizar neste momento. As próprias explicações arqueológicas são confusas, imperfeitas e esquisitas se analisarmos os factos cuidadosamente.

Podemos começar pela civilização egípcia, a civilização antiga envolta em enorme mistério. Os egípcios acreditavam na ressurreição e por isso embalsamavam os corpos dos Faraós e os guardavam nas pirâmides. O maior mistério está exactamente nas pirâmides que nos inspiram relações matemáticas e astronómicas. As Pirâmides de Gizé, por exemplo, estão perfeitamente alinhadas e apontam para a constelação de Orion. Entretanto, a Pirâmide de Queóps constitui a construção mais intrigante. Ela não só apresenta blocos de pedra que pesam toneladas (cerca de 100 toneladas) empilhados por seres humanos rudimentares, assim como as outras, mas tem também um meridiano que passa pelo centro, calculado com perfeição, dividindo os continentes e oceanos em duas partes iguais; ela está construída no centro de gravidade dos continentes, a sua circunferência dividida pelo dobro da sua altura tem como resultado o número de Ludof, Pi = 3,1416; ela fornece cálculos sobre o peso da Terra e tem ainda uma altura que se multiplicada por um milhão é igual à distância da Terra ao Sol, um símbolo divino associado ao Deus do Sol, Rá. Parece que os egípcios não só possuíam uma técnica arquitectónica que até hoje não possuímos como também tinham avançados cálculos de conhecimentos relativos à superfície terrestre e ao Universo. Talvez tenham sido ajudados. Como eles transportaram blocos que pesavam toneladas e os empilharam manualmente? Como cortaram esses blocos de pedra extremamente dura e com tanta perfeição? Porque decidiram usar blocos tão pesados se isso dificulta tanto o transporte e a construção? Como conheciam o centro da superfície terrestre e como apontaram para Orion com tanta precisão? Não há resposta para tais interrogações. Porém, para eles o Faraó é descendente dos Deuses e vem das estrelas. Não seria tão absurdo os egípcio terem ganho técnicas avançadas de seres extraterrestres inteligentes, visitantes do passado que podem ter sido parecidos com o futuro da nossa humanidade.

A própria Bíblia, embora não seja uma crença universal (eu próprio não tenho fé religiosa), descreve o aparecimento de anjos de forma suspeita – um forte candidato a prova científica. Os nossos antepassados não eram cegos e talvez nem tudo na bíblia seja metafórico como se pensa. No relato de Ezequiel, há a descrição do aparecimento de anjos acompanhados por uma luz intensa e fumaça (muito comum às nossas naves). E se tais anjos fossem astronautas de civilizações extraterrestres inteligentes? Óbvio que poderiam ter sido. Moisés, após libertar o seu povo, passou algum tempo com ele no deserto e levaram com eles a arca da aliança que fornecia alimento. Apenas alguns a podiam utilizar. Outros, se a tocassem, morriam instantaneamente. Seguindo a descrição da Arca da Aliança, foi montada uma máquina que à base de algas seria capaz de manter pessoas vivas durante bastante tempo – trata-se de uma alga com a qual o ser humano consegue sobreviver por muito tempo. Todavia, antes da Bíblia, outro livro sagrado já existia e continha relatos parecidos, como antes da Arca de Noé. E em ambas as versões, Noé é descrito como “O Escolhido”, alguém especial. E se considerarmos os relatos do nascimento de filhos de Deuses e humanos, seria um absurdo Noé ser descendente de vida extraterrestre e de vida Humana? Tais procriações teriam contribuído para o desenvolvimento da vida inteligente na Terra que por acaso é única. Afinal, histórias de filhos de deuses e humanos não faltam.

Por outro lado, se nós dominamos a engenharia genética, extraterrestres capazes de viajar até à Terra poderiam também ter alterado o ADN humano para a espécie avançar rapidamente alguns passos evolutivos. É igualmente importante destacar que 95% do nosso ADN está em excesso e a sua função é desconhecida. Poderíamos encontrar respostas no nosso ADN?

Encorajo e recomendo a leitura do livro “Eram os Deuses astronautas?” de Erich Von Däniken que partilha não só provas científicas, como uma intrigante reflexão sobre a possibilidade de já termos tido contacto com vida extraterrestre (isso sem considerar que podemos ser por nos mesmos vida extraterrestre). Em 1961, autoridades científicas se reuniram e terminaram a Equação de Green-Bank, segundo a qual podem existir, independente do tempo e só na nossa galáxia, cerca de 50 milhões de civilizações diferentes à espera de contacto com outras civilizações extraterrestres.

N = R+ f(p) n(e) f(l) f(i) f(e) L ;

R+ = número médio de novas estrelas semelhantes ao nosso Sol ;
N(min) = 40 , N(max) = 50 000 000 ;
f(l) = número de planetas nos quais tem evoluído vida ;
f(p) = número de estrelas com possíveis seres vivos;
N(e) = número médio de planetas que circundam a ecosfera do seu Sol e que, por isso, segundo escala humana, apresentam condições adequadas ao desenvolvimento da vida;
f(e) = número de planetas habitados por inteligências que já possuam uma civilização técnica desenvolvida ;
f(i) = número de planetas que são habitados por inteligências dotadas de acção própria durante o tempo de vida do seu Sol;
L = duração de vida de uma civilização dadas as vastíssimas distâncias do Universo.

Talvez, num futuro incerto, venhamos a ter liberdade suficiente para explorar o Universo, procurando matérias-primas que venham a esgotar-se na Terra. Talvez venhamos a ser os novos deuses astronautas, talvez nos encontremos com os seres que há milhares de anos atrás consideramos Deuses. E por isso, e por mais razões ainda desconhecidas, devemos reflectir, estudar e investir na exploração espacial. É provável que tenhamos compreendido muito mal os nossos antepassados ancestrais. Porém, temos a oportunidade de desvendar melhor o passado.

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